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RPG PÓS-POTTER. 2024. HOGWARTS, MINISTÉRIO DA MAGIA, CIVIS & FANTASMAS.
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 Fontaine, Magnus, hufflepuff, 7º ano
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MAGNUS FONTAINE

Perfil

NOME COMPLETO Magnus Agung Fontaine.
DATA DE NASCIMENTO 25/04/2006.
LOCAL DE NASCIMENTO Jacarta, Indonésia.
RAÇA & SANGUE Mestiço (pai bruxo e mãe aborto).
VARINHA Neem, trinta e dois centímetros, escama de occami. Maleável e farfalhante, excelente com encantamentos.
NÚCLEO & CARGO Hogwarts, Hufflepuff, 7º ano. Membro dos Clubes de Poções e Teatro.
HABILIDADE Legilimência.
PHOTOPLAYER Baekhyun.
PLAYER Miyu.

Histórico

Resultados definitivos dos N.O.M.s

Atributos

FORÇA 01 AGILIDADE 08
RESISTÊNCIA 02 INTELIGÊNCIA 10
PERSUASÃO 05 FORÇA DE VONTADE 07

Informações extras

Personagem baseado em Magnus Bane, da saga Instrumentos Mortais e autoria de Cassandra Clare.

Trigger Warning: Violência e tentativa de assassinato contra menor e menção a suicídio.

Personalidade

Magnus tem o grande desejo de ser notado onde quer que esteja. Isto se reflete em primeiro lugar, em seu jeito de se vestir: Sempre muito extravagante, com roupas e cabelos coloridos, cheios de glitter, brincos e maquiagem (e dane-se quem se incomodar, ele tem uma mira muito boa para os engraçadinhos que o quiserem ofender também). Após uma infância traumática, Magnus aprendeu a ter orgulho de quem é e nunca deixar de lado qualquer desejo que possua.

Extrovertido, dinâmico, falante e muito descontraído, Magnus procura estar sempre de bem com todos. Apesar disso é muito sincero e diz o que quer e quando quer, sem meias verdades. É muito inteligente, tem notas excelentes e muito desejo pelo aprendizado, um fã dos livros e da leitura. É fã de música, bruxa e trouxa, um grande adepto de festas, bebidas e tudo mais que for permitido. É bastante liberal e detesta qualquer tipo de preconceito, se opondo com unhas e dentes a qualquer tipo de injustiça que veja em sua frente.

Ainda assim, Magnus não é nada heroico e tem lá seus momentos de covardia. Afinal, seu belo "corpitcho" é o único que tem e ele vai sempre prezar pela sua segurança em primeiro lugar. Se Hogwarts estiver pegando fogo, ele provavelmente só se arriscará pelo Imperador (seu gato de estimação). Ou pelo menos é essa a ideia que ele gosta de passar pra todo mundo, de ser bem resolvido e independente.

Mesmo assim, acaba se metendo em encrencas para ajudar amigos mais íntimos, tendo inclusive recebido algumas detenções por isso. Ainda que abra a boca para dizer que os amigos só servem para o meter em problemas, está sempre lá quando o próximo aparece, incapaz de dizer não aos planos mais mirabolantes.

Magnus adora estar em companhia, sempre, detesta a solidão mais do que a qualquer outra coisa. Está sempre tentando acolher novas amizades ou envolvido em rolos com pessoas que lhe atraem, mas nada sério, sem compromissos! E na verdade Magnus deseja sim encontrar a sua metade da laranja (maçãs tem mais appeal!), aquela pessoa que ele não pode viver sem, aquele tipo de romance cafona que ele sempre despreza quando vê mas na verdade sempre quis um igual.

Para alguém tão desejoso de aventuras e de descobertas, certamente o amor é uma aventura que ele jamais experimentou. Mas como disse algum filósofo por aí, e se não é um filósofo deveria passar a ser, enquanto a pessoa certa não aparece, o jeito é se divertir com os erradas.

História

Sou Magnus, o Magnífico!

Mas não fui sempre chamado desta forma. Já fui Agung, filho de Darma e Melati. Nascido em Jacarta, Indonésia. Meu pai, que mais tarde eu descobriria não ser realmente meu pai, era um homem trabalhor, honesto. Honrado. Minha mãe cuidava de mim e de meus dois irmãos, mas eu sempre soube que havia algo diferente em mim. Algo que me tornava diferente dos demais, e que minha mãe detestava.

Os primeiros anos foram tão comuns quanto de qualquer criança de classe média-baixa. Não éramos pobres porque tínhamos um teto sob nossas cabeças e sempre comida na mesa, mesmo que fosse pouca. Sobrevíviamos, é como prefiro chamar, quando lembro daqueles dias.

Minha primeira demonstração de poder foi aos seis anos, quando fiz algumas louças levitarem de forma rápida. Eu me lembro bem, pois também foi a primeira surra que levei na vida, pelas mãos de minha própria mãe. Me lembro bem pois ela nunca me olhou com tanto ódio e tanto medo, quanto me olhou naquele dia.

"Um bruxo", foi do que ela me chamou. "Uma aberração", e eu não sabia o que aquilo queria dizer, nunca saberia do porquê de ela me detestar tanto assim até que fosse tarde demais.

Meu pai, que não era meu pai, descobriu o que eu tinha feito. Da primeira vez porque minha mãe contou a ele. Da segunda, viu com seus próprios olhos. Foi quando ele tentou me matar, apertando meu pescoço com tanta força que poderia facilmente tê-lo quebrado e acabado com a minha vida ali mesmo, mas eu sobrevivi. Consegui repelí-lo pra longe, com aquela mesma força mágica que sempre vinha a mim em momentos esporádicos, o jogando contra a parede.

Eu não fiquei para saber o que tinha acontecido com ele ou se o tinha machucado, saí de casa naquele mesmo dia e segui sem rumo pela cidade. Eu tinha então oito anos e passei ainda alguns maus bocados à minha própria sorte nas ruas de Jacarta. Foi quando encontrei. Na verdade ele me encontrou. Meu verdadeiro pai.

Asmodeus Fontaine.

Sim, o nome de um demônio, mas naquele momento ele foi mais como o meu anjo da guarda. Tomando conhecimento tardio de minha existência, Asmodeus atravessou meio continente até conseguir rastrear Melati, minha mãe, e na verdade apenas esperava um sinal de que eu seria um bruxo como ele. Pois Asmodeus era um bruxo, por mais extraordinário que parecesse para mim em absorver aquela informação. Minha mãe, ele me contaria tempos depois, era filha de bruxos. Mas nasceu um aborto, que queria dizer sem magia nenhuma, e como tal, tinha abolido toda a vida mágica de sua vida. Inclusive a ele, o pai de seu primeiro filho.

Aquela não seria a última vez que veria minha mãe Melati e meu padrasto que, mesmo pelo que havia cometido contra mim, sairia impune. Asmodeus voltaria com todos os trâmites legais, exigindo que minha guarda fosse passada a ele. Diante de tais argumentos, e porque não viam nenhum problema em se livrar de mim de uma vez por todas, cederam. E depois de toda aquela papelada, eu estava livre. Pelo menos de toda aquela vida terrível em Jacarta.

Asmodeus, ou melhor dizendo, meu pai, realizava trabalhos esporádicos ao redor do mundo, mas vivia na Inglaterra. Ao contrário dos demais Fontaine, franceses, é claro. E mesmo não sabendo falar nenhuma palavra em inglês, ou francês, eu segui para a Europa, um lugar completamente diferente do que eu estava acostumado.

Mas sobreviver, como já era parte de minha vida, tornou-me alguém muito mais adaptável ao novo. Assim como Londres, eu logo me acostumei com a língua, seus costumes e, claro, a magia que meu pai e eu tínhamos em comum. Foi com ele que aprendi tudo a respeito da cultura bruxa, sobre como havia uma escola especialmente dedicada a ensinar jovens bruxos como eu, e como eu teria minha vaga garantida quando a hora chegasse.

Mas antes que ela chegasse, deixe que eu lhes conte a respeito de minha nova família.

Ah, os Fontaine. Bruxos por toda a vida, apesar de seu contato constante com trouxas. Leituras de mãos, do destino, cartas de tarô e bolas de cristal. Os Fontaine são conhecidos por trazer a pessoa amada em sete dias, e mantê-la a seus pés por quanto tempo quiserem. Especializados em poções do amor e outras essências mágicas, os Fontaine vivem entre a linha tênue da magia e da falcatrua.

A França era sua terra natal, mas Asmodeus havia fixado residência em Londres, onde tinha construído sua vida e sua carreira. Mas sempre havia motivos para viajar às terras francesas e onde pude conhecer o restante da minha nova família e seus negócios prósperos, por assim dizer.

Eu não poderia me sentir mais em casa. Com eles aprendi muita coisa, como diferenciar magia e truque. E a ter mais orgulho de mim mesmo, de quem sou e do que sou capaz.

Foi quando deixei de lado meu nome de batismo, e graças a meu pai, tornei-me Magnus Fontaine.

É claro que, apesar do desejo de me tornar um grande feiticeiro, eu tinha apenas onze anos. E antes que conquistasse o mundo com meu carisma, beleza e poder, eu tinha de aprender a controlá-los. Fui enviado a Hogwarts e foi quando enfim pude começar a aprender a utilizar a magia, além de conviver com bruxos de minha idade que me ensinariam muitos valores, tornando-me mais forte e mais preparado para o Mundo que agora era parte de mim.

Aos doze anos, em meu aniversário, ganhei um companheiro. Está bem, O "Imperador" é vulgarmente conhecido como "meu gato de estimação", mas vocês logo perceberão que não há nada de comum nele. Seus olhos amarelos hipnotizantes, a forma como sempre consegue o que quer ou como crava suas unhas em meus braços quando está descontente é uma prova cabal de que Imperador é tão humano quanto qualquer um de nós, e tão temperamental quanto.

Nas férias eu sempre ajudava aos Fontaine, na separação de ingredientes e preparo de poções "fantásticas" que vendiam a seus clientes, encontrando cada vez mais meu verdadeiro eu entre um visual mais despojado, cheio de brilhos e pompa que se tornaram a minha coisa favorita. Afinal, nada como uma apresentação de impacto para tornar-se inesquecível.

Um de meus tios, Asriel, aproveitou minhas férias a partir de meu segundo ano para me passar o seu "talento" mais estupendo: a legilimência. Disse-me que eu era o único Fontaine que prezava o "dom" mais magnífico, o poder de ler mentes, quando eu demonstrava interesse em o fazer. Passei aulas com ele desde então, desde os meus doze anos, coisa complicada e exaustiva, devo dizer.

Eram cerca de três horas por dia, todos os dias, treinando avidamente durante todas as férias. E ele me fez prometer que continuaria os estudos, por conta própria ou com o auxílio do professor de Feitiços, para dar prosseguimento e não me deixasse enferrujar. Eu o fiz, é claro, pois sempre achei interessante e atraente a ideia de poder ler os pensamentos alheios. O que posso fazer? Era mais forte que eu.

Os Fontaine nunca tiveram problemas com a justiça ou com os trouxas por conta de seu serviço, mas decidiram mudarem-se para solo britânico, por razões que eu não soube de imediato, durante minhas férias de verão do fim de meu quinto ano. Havia algo de diferente em meus familiares, que não mais mantinham a pompa e os negócios da família. Então descobri que o motivo de termos nos mudado é que nossa relação com os trouxas na França havia chamado mais atenção que o necessário e, como medida de segurança, decidiram todos por se mudarem para seu segundo ambiente bruxo favorável, junto de Asmodeus e eu.

Infelizmente não tem nada de favorável no Reino Unido e não havia pior época para se mudarem. Por favor, qualquer um que leia os Jornais sabe que as coisas andam de mal a pior para bruxos por aqui.

Então estamos muito mais, digamos, discretos em nossa vida por aqui. Eu gostaria de dizer que estou levando a boa vida de "chá com bolinhos", mas não tem sido nada fácil manter a discrição quando tudo o que os Fontaine não são, é serem discretos.

Eu estou em vias de terminar meus estudos, não deve ser um grande desafio. Só preciso seguir as regras e dar o meu melhor nos exames de N.I.E.M.s como o fiz nos N.O.M.s e torcer. Para que tudo melhore ou para que, pelo menos, os Fontaine se cuidem enquanto eu continuo por aqui.

Ainda acho que foi uma péssima hora para mudanças, sobretudo quando os negócios dos Fontaine estão envolvidos com trouxas. Mas seja o que for, ainda existe o desejo em me tornar um grande feiticeiro, o maior de que alguém já teve notícia.


Informações Complementares:
* A mãe de Magnus suicidou-se dois anos após a fuga do filho, quando descobriu que seus dois filhos mais jovens também eram bruxos. Asmodeus descobriu a verdade e, contou a Magnus quando este tinha catorze anos. Magnus considerou a ideia de pedir que Asmodeus trouxesse seus irmãos, mas ficou surpreso ao descobrir que os dois estavam sendo bem cuidados pelo pai;
* Magnus não conseguiu chorar a morte da mãe, apenas sentir pena de uma mulher tão amarga quanto a que um dia chamou de mãe;
* Estudando com o tio Asriel durante suas férias desde os doze anos, e durante o ano letivo com o professor de Feitiços, Magnus levou um ano e meio até ser capaz de ouvir pensamentos superficiais do tio. Para alcançar memórias que o professor estava pensando, mais um ano inteiro. Atualmente, aos dezessete anos, Magnus consegue alcançar memórias recentes do alvo mesmo que não se estejam pensando nelas no momento;
* Magnus é pansexual, e não costuma ter relacionamentos longos;
* Apesar disso, e de nunca assumir este fato, é um romântico incorrigível e ainda sonha em encontrar sua pessoa perfeita;
* Detesta exercícios físicos. Recorre à magia para qualquer pequeno ato diário;
* Ainda assim se preocupa muito com sua aparência, inventando umas dietas malucas de vez em quando. E está sempre bem vestido, estilo exótico e chamativo, porque atenção é coisa favorita dele;
* Nunca se decide em que cor deixar os cabelos. Naturalmente pretos, estão sempre tingidos de louro ou platinado, mas gosta mesmo de mantê-los vermelhos. Às vezes deixa ao natural mesmo. Já foi questionado diversas vezes se é metamorfomago por isso;
* Em Hogwarts, foi selecionado à Lufa-Lufa, mas na verdade sente que o chapéu seletor errou feio com ele. Tem mais amigos na Sonserina e na Corvinal e acha que se daria melhor se estivesse em uma dessas casas;
* Escolheu o clube de Poções porque sempre se sentiu à vontade, e por causa dos Fontaine. Já o de teatro foi puramente para diversão e tem dado certo até então;
* Roxo é sua cor favorita; seu animal favorito é o hipogrifo; seu grande amor, é o Imperador, claro;
* Imperador é o seu animal de estimação, um meio-amasso laranja e gorducho que ganhou de aniversário aos doze anos.
* Na verdade, Magnus não considera Imperador "seu gato", ele é mais como seu melhor amigo e companheiro fiel. Frequentemente conversa com o felino e toma conselhos com Imperador, sem se preocupar se o acham excêntrico por isso.
* Imperador faz aniversário em 21 de Junho. Sim, Magnus sempre comemora, com direito a bolo e velas de aniversário. Não, Magnus não acha isso estranho, por que deveria?



This post has been edited by Magnus Fontaine: Feb 13 2018, 02:52 AM
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